Desde o dia nove de agosto acontece em todo o Brasil a campanha de vacinação contra a rubéola que deverá seguir até o dia 12 de setembro. Homens e mulheres de
Desde o dia nove de agosto acontece em todo o Brasil a campanha de vacinação contra a rubéola que deverá seguir até o dia 12 de setembro. Homens e mulheres de

Em meio ao auge dos anabolizantes, a polêmica dos suplementos e complementos alimentares ficou esquecida e o uso mais constante.
A maioria das dúvidas é referente ao uso de suplementos e complementos alimentares. O suplemento alimentar se refere à uma dosagem maior de nutrientes do que é a encontrada nos alimentos. Já o complemento alimentar oferece nutrientes que não se obtém na alimentação.
Ainda não se tem uma conclusão sobre os efeitos colaterais que os produtos podem causar. “Este tema é polêmico e contraditório, sem comprovações científicas. Portanto, não é muito fácil falar, depende do ponto de vista e conduta de cada profissional”, afirma a doutora Reila Santel.
A UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) publicou recentemente uma pesquisa, na qual revela que 15% das gestantes brasileiras usam produtos abortivos. O estudo foi realizado com 4.856 grávidas de seis capitais brasileiras.Por Endie Bodziack
Qual é a melhor cura para nós, seres dotados de inteligência e únicos com o polegar opositor formado com a capacidade de movimentação? Como encontrá-la neste mundo taylorista, dominado por máquinas, biogenética e engenharias provenientes da Terceira Revolução Industrial? A resposta é ímpar: na química preventiva localizada no ser que nos abriga enquanto embriões, ou seja, no leite materno.
Desde os povos da Babilônia (2500 a.C.) e do Egito (1500 a. C.), a lactose proveniente do seio da mãe, já era vista como essencial à sobrevivência da espécie. Mesmo com pouca relevância diante à sabedoria greco-romana, Hipócrates – pai da medicina – enfatizara a prevenção obtida através da amamentação. Durante a Era Cristã, cuja proteção infantil sofreu relevante ascensão, personagens como Constantino (315 d.C) e Carlos Magno (747 d.C) defendiam a prática da aleitação como forma de prevenir a saúde das crianças.
Hoje é sabido que o leite materno é responsável pela precaução contra alergias, vômitos, diarréias, além de colaborar com a formação da boca e do alinhamento dentário, haja visto os benefícios gerados para a mulher, tais como: redução da ansiedade, proteção contra o cancro ovariano, a osteoporose, o cancro de mama e a anemia. Entretanto a maior importância da amamentação está, não somente na cautela contra as moléstias, bem como na aproximação entre madres e filhos resultantes do ato biologicamente determinado.
Entrementes, caros leitores, não nos atenhamos a pensar que a alimentação láctea proveniente da natureza humana deva ser exclusiva entre a cria e a mãe. Infelizmente é vasto o número de mulheres que não conseguem exercer um dos maiores milagres da vida, que é a aleitação. Os motivos são vários: depressão pós-parto, baixa produção da ocitocina – hormônio ligado ao aleitamento – e, também, o soro positivo, ou seja, portadoras de HIV. Contudo, não há motivos para deixar de proteger os bebês. A solução, ditosamente, está, senão no leite em pó vendido em farmácias e mercado, na solidariedade humana.
Campanhas a favor da saúde de recém-nascidos englobam pedidos e apelos voltados às doações de leite materno provenientes de amas-de-leite, ou seja, aquelas que amamentam podem doá-lo em hospitais através do Banco de Leite. Em Uberlândia, por exemplo, esta doação pode ser realizada no Hospital de Clínicas, situado na Rua Gonçalves Dias nº 455, no Bairro Tabajaras.
É importante que não somente as mulheres estejam cientes da importância do aleitamento. Todo e qualquer ser humano deve se conscientizar, orientar e estimular esta prática às cidadãs capacitadas da ação. Por isso, nesta semana iniciada ao segundo domingo de maio vai, não apenas nossa responsabilidade social em informá-lo, dispendioso ledor, bem como, esta singela homenagem à responsável à saúde humana: você, mulher caridosa e desvelada que, carinhosamente, denominamos mãe.


Por Luma Lemos de Medeiros*
O Brasil é conhecido como um país tropical onde se encontram as mulheres mais belas e que se preocupam diariamente com a sua estética e bem estar. Para tanto, às vezes essas recorrem a salões de beleza com duvidosas condições de higiene ou até mesmo despreparados a tal função. No entanto, apesar de serem modalidades simples, se tratadas com falta de capacitação podem oferecer sérios riscos a saúde, necessitando de tratamentos difíceis e prolongados.
Os cuidados com chapinhas, bronzeamentos artificiais, manicures, pedicures e depilações são simples. Porém, existem algumas precauções que são necessárias como: avaliar as condições do estabelecimento, procurar referências dos profissionais e utilizar sempre seus próprios materiais, claro sempre limpos e esterilizados. Afinal de contas a beleza é imprescindível, mas a saúde essencial.
*Colaborador

O FDA, órgão controlador de remédios e alimentos dos EUA, alerta sobre o uso da toxina botulínica, principal substância do Botox, devido os efeitos colaterais causados em alguns pacientes. A toxina botulínica é usada em tratamentos estéticos e medicinais. Os tipos mais comuns são o Botox (toxina tipo A) e o Myobloc (tipo B), usados em procedimentos estéticos para atenuar as rugas da pele e em diversas condições médicas. O alerta se refere à relação da toxina com sintomas graves do botulismo, como dificuldade de deglutição e respiração. Essas reações teriam sido causadas devido à facilidade com que a toxina se espalha pelos músculos além da região onde foi injetado, o que pode provocar paralisia e enfraquecimento dos músculos vizinhos - um efeito colateral que, segundo a agência, pode ser fatal.
Em contrapartida, a Allergan, fabricante do produto, ressalta que não há relação entre os problemas relatados e o Botox, e que os casos divulgados podem estar ligados a superdosagens. “É importante ressaltar que essas crianças (que sofrem de paralisia cerebral juvenil e são tratadas com BOTOX®), são pacientes seriamente comprometidos. Portanto, o número de unidades de BOTOX® que essas crianças recebem é extremamente significativo, variando de 100U a 700U. A quantidade é enormemente diferente da utilizada em um adulto saudável que faz um tratamento estético, por exemplo. Neste caso, a quantidade de produto varia entre 20U e 50U.”, afirmou a empresa em esclarecimento ao blog “The Best” (www.thebest.blog.br).
O órgão não divulgou, até o momento, o número de casos que estão sendo analisados, mas informou que pelo menos um deles está relacionado com a aplicação de Botox para tratamento de rugas.

POR AMANDA RIBEIRO
Na última quinta-feira (13), foi inaugurado em um hospital de Uberlândia o aparelho de ressonância magnética aberta, um dos primeiros da região. O aparelho, visa principalmente, o benefício de pacientes claustrofóbicos, obesos e portadores de necessidades especiais que, geralmente, precisavam se locomover para cidades como Ribeirão Preto, Patos de Minas e Araxá para realizar o exame.
Em entrevista ao jornal Correio de Uberlândia, o médico radiologista Rodrigo Garcia, afirmou que de 20% a 30% dos pacientes não faziam o exame convencional devido às condições físicas. O equipamento alemão, que proporciona mais conforto e eficiência, custou US$ 700 mil e possui capacidade para diagnosticar 25 pessoas diariamente.

Nesta semana, o STF adiou mais uma vez, por até 30 dias, o julgamento de aprovação da Lei de Biossegurança. A lei, que prevê a legitimação do uso de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas, tramita no Supremo há três anos, após ter sido alvo de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) do então procurador-geral da República, Cláudio Fontelles.
De acordo com o procurador, o julgamento, que vem gerando bastante polêmica em torno do início da vida de um embrião, fere a proteção constitucional do direito à vida e a dignidade do indivíduo. Porém, para o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, a aprovação representa um avanço da ciência nacional e esperança para muitos pacientes.
A decisão de adiar a votação veio do ministro Carlos Alberto Menezes que pediu Direito de vista. Entretanto, já foi confirmada a posição favorável do relator Carlos Ayres e da presidente do STF, Ellen Gracie.

POR AMANDA RIBEIRO
Em busca do bronzeado perfeito, os homens e, em especial, as mulheres expõem-se de maneira indevida ao sol. Essa exposição pode causar não só sérios danos à pele, mas também aos cabelos, olhos e outras partes sensíveis do corpo.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de pele é o tipo mais comum da doença, correspondendo a aproximadamente 25% de todos os tumores diagnosticados em todas as regiões. A exposição continua ao sol ou, ao longo de alguns anos, em horários de alta incidência dos raios ultravioletas, causam, desde queimaduras solares e insolação, até o envelhecimento precoce da pele, manchas, rugas e, ainda, o câncer de pele.
Os raios UVB, emitidos pelo Sol, são mais intensos entre 10h e 15h, período em que a atenção deve ser redobrada, e o uso de bloqueadores solares, óculos escuros, hidratantes, creme para os cabelos e para as demais áreas do corpo, deve ser indispensável. Por isso, a exposição solar deve ser feita conforme as recomendações de médicos e especialistas. Pois, o sol não é apenas um vilão natural, ele também é necessário para estimular a síntese de vitamina D3 e ativar a circulação sanguínea.
As informações no campo da saúde, dicas médicas, novidades, curiosidades, utilidade pública, ação social e estudos científicos. Dicas de beleza, estética, inovações, precauções, moda, tendências, cuidados e entrevistas. Você confere todas as segundas-feiras no caderno “Beleza e Saúde”, aqui no Caixeta de Notícias!
A febre amarela não é transmitida de pessoa para pessoa e não há necessidade de vacinar-se duas vezes, uma vez já vacinado no período completo de dez anos. Os principais sintomas da doença são: febre alta, mal-estar, dor de cabeça, forte dor muscular, cansaço, calafrios, vômito e diarréia. Há dois tipos de febre amarela: a silvestre, transmitida pelo mosquito Haemagogus, e a urbana transmitida pelo Aedes Aegypti, o mesmo transmissor da dengue.
Não existem medicamentos específicos para combater a doença, porém, medidas sanitárias e a vacinação são indispensáveis. Àqueles que viajarão para as áreas de risco devem, dentre outros cuidados, tomar a vacina dez dias antes da viagem, sempre que possível usar calças e camisas que cubram a maior parte do corpo, e usar repelente.
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